Espero que sim. Que os vândalos poupem a Sé. Que não continuem. Por agora é apenas uma sílaba grafitada na Sé. Ou duas iniciais do nome do vândalo. Espero que não haja mais. Mas aquilo já uma mancha na nossa Sé. Escrito a spray. Confesso que não tenho nenhuma compreensão pelos vândalos que grafitam monumentos. Esses não são artistas, são vândalos e há que dizê-lo com clareza. Um vândalo escreveu a verde duas letras na Sé. A Sé é um símbolo do que somos, gravitamos à volta da Sé. Talvez o vândalo não o saiba, ainda não o saiba.
Não podemos admitir que vandalizem a Sé, as paredes da Sé. É um questão de civilização. Temos que iluminar mais a Sé, torná-la mais luminosa. Os vândalos preferem o escuro, demos mais luz à Sé. Passemos mais em seu redor. Façamos do seu terreiro (em frente ao Solar do Alarcão) uma grande esplanada, se for necessário. Não tenhamos medo de usufruir de monumentos como a Sé. Façamo-la nossa, animemo-la, gozêmo-la!! O espaço que rodeia a Sé deve ser ocupado, usado, vivido. Talvez assim se afastem os morcegos de lata de spray em punho (que não confundo com os verdadeiros grafiteiros).
PS. Que farão ali, há semanas, uns estrados velhos empilhados? De quem são? Por que não os levam para casa?
1 comentários:
Tenho o maior respeito pelos artistas dos grafittis, contudo este trabalho criativo não tem que ser um atentado à sociedade, à cultura. Conheço lugares onde este trabalho é respeitado por todos, admirado, fotografado. Conheço um grafiteiro que ganha "rios de dinheiro" a decorar casas, quartos,escritórios, ... claro que o artista não é um marginal. Todo o marginal deve ser identifica e obrigado a pagar os estragos e punido quando executa atentados.
Para além da iluminação deixem-me perguntar: não há vigilantes, video-vigilância ou polícia? A questão da animação é uma questão pertinente. Há tantos artistas na guarda que mereciam opotunidade de apresentarem o seu trabalho. vamos aproveitar este espaço (no Verão)pq aquela zona é muito fria e ventosa. Vamos respeitar aquilo que nos deixaram e é tão nobre e imponente.
Já agora, porque não damos, de uma vez por todas um lugar digno ao D. Sancho. Proponho uma das rotundas da entrada da Cidade. Aí sim, a Sé não lhe fazia sombra, nem ele tapava a Sé, nem serviria para algumas "aves nocturnas" irem urinar atrás. Aí seria reconhecido npela sua importância para a Guarda- Está a entrar na Guarda "a cidade de D. Sancho"
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