Lembro-me bem do senhor António Maria, polícia reformado e encadernador, com "escritório" montado na minha rua (Nuno Álvares). Ao fundo do quintal, o Có, vendedor de carvão.
Lembro-me bem do senhor Trindade, "o terramoto", metalúrgico reformado e encadernador, que vivia no outrora "Poço do Gado", amigo do meu pai e meu amigo. Especialista em feijoada, comunista, coração tão grande que não cabia no peito.
Lembro-me, agora, de Nuno Tavares. Irmão de um amigo de escola e de agora. Um novo encadernador na Guarda. Encadernador criativo. Que tem um blogue. Este.
2 comentários:
Um pouco atrasado mas....Ja que se fala de encadernadores antigamente denominados de "bibliopegistas" falta referir o antigo encadernador da BMG o Sr Hipólito, e o actual da BMEL o Sr Reis, pela parte que me toca só me resta agradecer pelo post.
Bem Haja.
Ja agora espero que tenham gostado do livro de honra do TMG assim como do "livreco" que ofereci ao Américo.
N.T
Nuno:
Só quis lembrar os encadernadores que conheci a exercer a profissão.
O sr. Hipólito conheci-o como encarregado da biblioteca (nessa altura não havia bibliotecários na cidade). Ao Sr. Reis, infelizmente, só o conheço de "vista".
Quantos aos livros de que falas: sim, gostámos muito. Muito obrigado.
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