André Benjamim (1981). Por enquanto os nomes ainda não pagam impostos, portanto ocupei este. Ou: apenas um número, cada vez mais um número. Ou: apenas um indivíduo que perdeu a réstia de fé que tinha na humanidade.
Livro: «Poesia» de Álvaro de Campos, de preferência a edição da Assírio & Alvim. Se isto der para o torto e a III Guerra Mundial começar, é este livro que levo comigo.
Música: O álbum «Grace» de Jeff Buckley.
Cinema: «A Vida é Bela». Porque mesmo nos momentos mais ultrajantes, devemos acreditar sempre que de algum modo, onde houver amor, o amor triunfará. E onde houver amor, há sempre beleza, mesmo que em volta só exista destruição…
Exposição: «Fernando Pessoa – Plural como o Universo», de 10 de Fevereiro de 2012 a 30 de Abril de 2012, na Fundação Calouste Gulbenkian. Entrada: 4€. Pena que eu esteja tão longe… Quem tiver a oportunidade, não perca.
Teatro: «Sonho de uma Noite de Verão», de William Shakespeare. De momento não tenho conhecimento de nenhuma representação em cena…
Rádio: Desliguei a rádio e a tv. Para a depressão sou auto-suficiente, não preciso de mais nada nem ninguém a alimentá-la.
Comer: Nunca fui grande comedor, e o estado da Europa tira-me o apetite. Literalmente. Mais importante que o prato, são as pessoas que se sentam em volta. Em casa ou no restaurante, juntem família e amigos e sentem-se.
Beber: Um bom whiskey duplo sem gelo, à temperatura ambiente. Sem esta regra «sem gelo, à temperatura ambiente» nem o melhor whiskey do universo pode em rigor chamar-se whiskey. Simpatizo com o Johnny Walker. Se puderem, blue ou black label. Eu contento-me com a red label.
Visitar: Machu Picchu. E família e amigos, sempre.
2 comentários:
Também gosto muito do «Grace», André. E, são belíssimas escolhas!
Boas escolhas!E ...nada como um café para conviver, ouvir e...tomar café!
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