Domingo, Fevereiro 19, 2012

Partilhas. Helder Sequeira

Vive a/na Guarda. Continua a acreditar nesta cidade e na região, contra ventos e marés…

Livro. Vários. De autores como Thomas Mann (“A Montanha Mágica”, particularmente), Tolstoi (“Guerra e Paz”, por exemplo), Eça de Queirós (“A Cidade e as Serras”), Alexandre Herculano (“Eurico, o Presbítero”), Aquilino Ribeiro e Miguel Torga, entre outros.

Música. Naturalmente. Géneros e intérpretes diferenciados. Bob Seger (é sempre agradável recordar temas como “Against the wind” ou “Still the same”), Chris de Burgh, Patxi Andion (quem não se lembra de “Palabras” ou “El Maestro”…), The Eagles (e o destaque vai para o “Hotel California”…), Pink Floyd, Procol Harum, The Beatles, Abba, Agua Viva (“Los poetas andaluces de ahora”), Georges Moustaki, Paulo de Carvalho, Carlos Mendes ou Dulce Pontes. Em síntese, claro.

Cinema. A preferência vai para películas cujos argumentos têm um cunho histórico, seja qual for a época. Vários e excelentes filmes preenchem essa galeria. Mas outras histórias conduziram, igualmente, a filmes que gostei de ver. A título de exemplo: “Profissão Repórter” (de Michelangelo Antonioni), “Dossier Pelicano” (Alan J. Pakula), “Os Falsificadores” (Stefano Ruzowitzky) ou “A Intérprete” (de Sydney Pollack).

Exposição. Evocando as algumas mais recentes, e na Galeria de Arte do TMG, as exposições de Cutileiro, Evelina Coelho e a (actual) de Ângelo de Sousa.

Teatro. De há alguns anos atrás, “Felizmente há Luar” (de Sttau Monteiro), peça que me suscitou um trabalho académico, no âmbito da “História do Teatro”. De um período mais recente, os trabalhos, excelentes, apresentados pelo Projéct~ (nos palcos do TMG).

Rádio. Sempre, e por razões óbvias. São várias décadas de íntima e profunda ligação, que remonta aos tempos da onda média. O Rádio Altitude será sempre uma referência no percurso pessoal. Nas rádios, ditas nacionais (não esqueçamos que mesmo as locais podem ser ouvidas a milhares de quilómetros, via web…  ) a sintonia, mais frequente, e sobretudo em viagem, é com a TSF e a Comercial.

Comer. Qualquer dos bons pratos da nossa gastronomia regional; a escolha é ampla, mesmo na doçaria; o queijo da serra é indicação obrigatória, nesta partilha.

Beber. Um bom vinho do Douro ou do Alentejo. Claro que não ponho de parte uma boa, e fresca, cerveja.

Visitar. No nosso país são inúmeros os locais que, pela sua riqueza monumental ou paisagística, merecem uma visita descontraída, sem horários. A Serra da Estrela, o Gerês, o Douro, a costa alentejana, as nossas aldeias históricas. Lá fora, e fugindo às sugestões turísticas tradicionais, recomendo Istambul, Praga e St Petersburg.

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