Segunda-feira, Fevereiro 20, 2012

Prémio Manuel António Pina não foi atribuído

"O júri do Prémio Literário Manuel António Pina decidiu, em reunião do passado sábado, dia 18 de Fevereiro, não atribuir o Prémio a nenhuma das 225 candidaturas apresentadas a concurso.O júri, constituído por Manuel António Pina (Escritor), Manuel Rosa (Editora Assírio e Alvim), José Manuel Vasconcelos (Associação Portuguesa de Escritores), Virgílio Bento (vice-presidente da Câmara Municipal da Guarda) e José Manuel Monteiro (convidado pela autarquia) entendeu que, embora tivessem sido apreciadas algumas candidaturas com qualidade apreciável, nenhuma das propostas recebidas atingiu o patamar considerado exigível para a atribuição do prémio e edição posterior da obra.Apesar de a segunda edição do galardão não ter sido atribuída, a Câmara Municipal da Guarda e a Editora Assírio e Alvim garantiram que tal não põe em causa a continuidade do Prémio, criado para divulgar obras inéditas de poesia e para homenagear o escritor e poeta Manuel António Pina.O Prémio Literário Manuel António Pina foi instituído em 2010, tendo como objectivo divulgar obras inéditas de poesia prestando homenagem ao grande Escritor e Poeta natural do Distrito da Guarda. A Câmara Municipal da Guarda celebrou então um Protocolo com a Editora Assírio e Alvim que viabiliza a edição da obra premiada. A primeira edição do Prémio foi entregue à obra "A Divina Pestilência", da autoria do poeta João Manuel Vilela Rasteiro, de Coimbra."
Fonte: NAC/CMG

Um único comentário: Assim é que é! Se nenhum dos originais merece ser associado ao nome do poeta Manuel António Pina acho muito bem que o prémio não seja atribuído.

3 comentários:

Taxista 21 disse...

Sinceramente.... não acredito na desculpa.

jimmy David disse...

Se, em 200 e tantos, ninguém mereceu vencer o prémio, ou não há talento nenhum no país ou não talento para "reconhecer talento"... coisa que também costuma fazer falta a muita gente que se diz conhecedora das artes.

Anónimo disse...

Pois é, jimmy. O mais curioso é que se reconheceu que havia algumas obras apreciáveis, ou com alguma qualidade. Não houve "qualidade suficiente"? Seria bom que o júri recordasse como tantos autores, hoje muito lidos, viram as suas primeiras obras serem ignoradas ou classificadas como lixo...